segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Um Rio mais inteligente requer melhores políticas na área de educação.

Os dados oficiais demonstram que a educação pública é um desserviço a população mais carente do Rio de Janeiro, um verdadeiro fracasso de consequências devastadoras, tanto nas indivualidades quanto no próprio pulso urbano, ou seja, na vida e no futuro da Cidade. Assim sendo, é de extrema importância empreeendermos esse debate, analisando e estudando novas propotas e diferntes enfoques. Simplesmente dizer que é necessário "investir mais em educação" ou "qualificar os professores" é mais do mesmo, ou seja, insistir e reiterar em receirta comprovadamente fracassadas. É inútil prosseguir nesse sentido, pois o modelo de educação estatizada faliu. Além disso, o montante de investimentos em educação que temos na cidade do Rio de Janeiro - e no Brasil de modo geral (a correlação investimento/PIB) - é suficiente, o problema é opercional, de gestão, de incompetência administrativa, de politização e aparelhamento dos órgãos governamentais e, evidentemente, da cronica corrupção de muitos dos agente públicos. O Rio de Janeiro clama por políticas públicas aptas a prover a democratização do ensino carioca. Acredito que por intermédio de políticas liberais, o que inclui, por exemplo, a privativatização das operações do sistema de educação, possamos atingir um patamar minimamente digno. Explico: nesse projeto a prefeitura comparece com o custeio das operações, não com a operação de creches e escolas em sí. A Secretaria de Educação arca com o custo das mensalidades dos alunos cadastrados em escolas particulares, administrando um sistema de vouchers eletrônicos. Elimina-se, portanto, a necessidade de licitações públicas, obras públicas, concursos públicos e outras ações que frequentemente são foco de grande corrupção, ineficiência e desvio de dinheiro público. Além disso, desta forma a Prefeitura melhorará tanto a qualidade do esino quanto a eficiência dos gastos na educação. Para os pais, por sua vez, há um ganho de liberdade, pois passariam a matricular seus filhos nas escolas particulares que mais lhes agradassem. Liberdade para os pais, qualidade no ensino e economia para o contribuinte carioca!

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