quinta-feira, 27 de outubro de 2011
A prefeitura tem muito a fazer pela segurança pública, pois segurança não é só polícia!!
Os “choques de ordem” propostos pela atual administração (Eduardo Paes/PMDB/PT) são ineficientes, vez que a segurança pública não se faz de modo esporádico ou intermitente, mas com políticas constantes e consistentes. O incremento da segurança pública é o primeiro passo para a criação de um ambiente mais favorável ao desenvolvimento na cidade do Rio de Janeiro.
É significativo debatermos no Rio de Janeiro a aplicação de um sistema baseado em Lei & Ordem, onde a Guarda Municipal carioca deve ter o seu efetivo maciçamente treinado e substancialmente ampliado, inclusive com a utilização de armas de fogo no combate ao crime. O grau de criminalidade que vivenciamos no na Cidade não podem ser enfrentado com flores.
Além disso, é fundamental uma postura mais ostensiva e contínua da GM, em especial nas áreas e horários mais críticos, inclusive com o monitoramento por câmeras de todas as principais ruas e avenidas da cidade (tendo por modelo o sistema de Londres).
Mas isso não basta, é necessária a articulação com vários outros setores da máquina pública e da sociedade civil, em especial, com as associações de moradores, escolas, igrejas e comerciantes de cada bairro. Por exemplo, as estatísticas mostram que iluminação precária, deficiência na limpeza urbana e falta de manutenção de praças, jardins e demais equipamentos urbanos contribuem para a formação um ambiente favorável a violência. Ruas sujas, pichadas e mal iluminadas são um convite a criminalidade.
A segurança pública deve ser pensada, portanto, de modo transversal, ou seja, englobando todos os órgãos da administração pública. Segurança pública não se restringe a Secretaria de Segurança, mas deve ser uma diretriz do governo municipal.
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